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	<title>Faculdade de Medicina da Universidade do Porto - Salus Magazine</title>
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	<description>A sua publicação de referência para os profissionais de saúde</description>
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	<title>Faculdade de Medicina da Universidade do Porto - Salus Magazine</title>
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	<item>
		<title>Doença hepática: porquê referenciar para cuidados paliativos?</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/doenca-hepatica-porque-referenciar-para-cuidados-paliativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 07:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[10 de outubro]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial dos Cuidados Paliativos]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Interna]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Paliativa]]></category>
		<category><![CDATA[ULS de Matosinhos - Hospital Pedro Hispano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo escrito por Hugo Oliveira, assistente hospitalar de Medicina Interna com competência em Medicina Paliativa, médico no Serviço de Cuidados Paliativos da Unidade Local de Saúde de Matosinhos - Hospital Pedro Hispano, professor auxiliar na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)</p>
O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/doenca-hepatica-porque-referenciar-para-cuidados-paliativos/">Doença hepática: porquê referenciar para cuidados paliativos?</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h1 class="wp-block-heading">Doença hepática: porquê referenciar para cuidados paliativos?</h1>
</div>
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<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading"><em>Artigo escrito por</em> <em>Hugo Oliveira, assistente hospitalar de Medicina Interna com competência em Medicina Paliativa, médico no Serviço de Cuidados Paliativos da Unidade Local de Saúde de Matosinhos &#8211; Hospital Pedro Hispano, professor auxiliar na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)</em></h3>
</div>
</div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="603" height="639" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/09/hugooliveira-1.jpg" alt="" class="wp-image-16732" style="aspect-ratio:0.8102274613979744;width:310px;height:auto" srcset="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/09/hugooliveira-1.jpg 603w, https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/09/hugooliveira-1-283x300.jpg 283w" sizes="(max-width: 603px) 100vw, 603px" /></figure>
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<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-10-10T07:45:00+00:00">10 de Outubro, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>No âmbito das comemorações do Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, importa lembrar que estes cuidados não se destinam apenas às pessoas com doença oncológica. São uma resposta essencial para todas as pessoas que vivem com doenças crónicas, progressivas e avançadas, incluindo a doença hepática, contribuindo para o alívio do sofrimento e para a melhoria da qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A doença hepática avançada, particularmente a cirrose descompensada e a insuficiência hepática terminal, pode transformar profundamente a vida de uma pessoa e da sua família. Caracteriza-se por uma evolução imprevisível, marcada por episódios recorrentes de descompensação, internamentos frequentes e uma elevada carga sintomática, como cansaço intenso, dor, náuseas, falta de apetite, prurido, inchaço abdominal (ascite), alterações da memória e da atenção (encefalopatia hepática) e sofrimento psicológico</strong>. Tratam-se de sintomas comuns que comprometem significativamente a qualidade de vida da pessoa e da sua família. É neste contexto que os cuidados paliativos assumem um papel essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar destas necessidades, a referenciação para cuidados paliativos continua a ocorrer tardiamente ou, em muitos casos, não acontece. A dificuldade em prever a evolução da doença hepática e a persistência da ideia de que os cuidados paliativos apenas são indicados quando deixam de existir opções terapêuticas contribuem para este atraso. Mas, ao contrário do que muitas vezes se pensa, os cuidados paliativos não significam desistir. São cuidados especializados que procuram melhorar a qualidade de vida das pessoas com doenças graves, ajudando a aliviar o sofrimento físico, emocional, social e espiritual. Os cuidados paliativos podem e devem ser integrados precocemente, em simultâneo com os tratamentos dirigidos à doença, promovendo um acompanhamento centrado na pessoa e nas suas necessidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A referenciação deve basear-se nas necessidades da pessoa e não apenas no prognóstico. <strong>A integração precoce dos cuidados paliativos permite uma abordagem multidimensional das necessidades do doente e família. Para além do controlo eficaz dos sintomas, facilita a</strong> <strong>comunicação sobre a evolução da doença, promove a tomada de decisões partilhada e o planeamento antecipado de cuidados e oferece apoio à família ao longo de todo o percurso da doença</strong>. Esta intervenção está associada a uma melhor qualidade de vida, maior satisfação dos doentes e cuidadores e, frequentemente, a uma redução de internamentos evitáveis e de intervenções desproporcionadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Referenciar para cuidados paliativos não significa deixar de tratar a doença hepática. Pelo contrário, significa complementar os cuidados prestados pelas equipas de Hepatologia e Cuidados de Saúde Primários, assegurando uma resposta integrada às necessidades da pessoa. Os cuidados paliativos incluem uma equipa multidisciplinar que pode envolver médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes espirituais ou outros profissionais. Todos trabalham em conjunto para que a pessoa seja cuidada como um todo. Mesmo nos doentes candidatos a transplante hepático, os cuidados paliativos podem coexistir com estratégias terapêuticas potencialmente curativas, contribuindo para um melhor controlo sintomático e para um acompanhamento mais humanizado. Cuidar não é apenas tratar a doença. É também escutar, explicar, aliviar e acompanhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assinalar o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos é também reforçar uma mensagem essencial: o acesso aos cuidados paliativos deve depender das necessidades da pessoa e não do diagnóstico, prognóstico ou da proximidade do fim de vida.</strong> Na doença hepática, reconhecer atempadamente essas necessidades e referenciar precocemente constitui um passo decisivo para garantir cuidados mais humanizados, personalizados e centrados na qualidade de vida. O acompanhamento atempado e integrado pode fazer a diferença – não apenas no tempo de vida, mas, sobretudo, na forma como esse tempo é vivido.</p>O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/doenca-hepatica-porque-referenciar-para-cuidados-paliativos/">Doença hepática: porquê referenciar para cuidados paliativos?</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“A IA pode antecipar o tratamento dos casos mais agressivos de glaucoma”</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/a-ia-pode-antecipar-o-tratamento-dos-casos-mais-agressivos-de-glaucoma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eugénio Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ATUALIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[glaucoma]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[João Barbosa Breda]]></category>
		<category><![CDATA[The Lancet Digital Health]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salusmagazine.pt/?p=16715</guid>

					<description><![CDATA[<p>João Barbosa Breda, investigador da FMUP, explica como um novo modelo de IA consegue prever a progressão do glaucoma e antecipar decisões terapêuticas.</p>
O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/a-ia-pode-antecipar-o-tratamento-dos-casos-mais-agressivos-de-glaucoma/">“A IA pode antecipar o tratamento dos casos mais agressivos de glaucoma”</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h1 class="wp-block-heading">“A IA pode antecipar o tratamento dos casos mais agressivos de glaucoma”</h1>
</div>
</div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto revelou um novo modelo de IA que poderá ajudar a antecipar a progressão do glaucoma bem como a orientação estratégia terapêutica. A propósito dessa investigação, a Salus Magazine falou com João Barbosa Breda, professor da FMUP e um dos investigadores envolvidos no trabalho, que explica o significado clínico destes resultados, as oportunidades da IA no diagnóstico e acompanhamento da doença e os desafios que ainda permanecem.</h3>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/09/Faculdade-de-Medicina-da-Universidade-do-PortoMiguel-Matias-Alves.jpg" alt="Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: faculdade-de-medicina-da-universidade-do-portomiguel-matias-alves"/><figcaption class="wp-element-caption">João Barbosa Breda, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, é um dos investigadores envolvidos no estudo<br>Foto: FMUP/Miguel Matias Alves</figcaption></figure>


<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-10-02T13:00:00+00:00">2 de Outubro, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>Um modelo de inteligência artificial (IA) desenvolvido por uma equipa internacional, que contou com a participação de João Barbosa Breda, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), demonstrou ser possível prever a evolução futura do glaucoma a partir de uma fotografia do nervo ótico obtida numa única consulta.<br><br>Publicado na <em>The Lancet Digital Health</em>, o estudo utilizou mais de 161 mil imagens de quase 14 mil doentes para treinar o modelo, que foi depois validado externamente em cinco grupos de doentes de diferentes centros internacionais. A ferramenta permite estimar o ritmo de progressão da doença a dois e cinco anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para João Barbosa Breda, o significado clínico destes resultados está sobretudo na possibilidade de direcionar de forma mais criteriosa os recursos disponíveis para os doentes com maior risco de progressão. <strong>Num cenário em que o número de pessoas com glaucoma exige uma utilização cada vez mais eficiente dos recursos de saúde, a identificação precoce dos casos mais agressivos poderá permitir uma intervenção mais intensiva nos doentes que apresentam maior probabilidade de perda visual. “A prevenção da baixa visão e cegueira pode ser atingida tratando de forma mais intensiva os doentes com maior risco de progressão futura”</strong>, explica o professor da FMUP.<br><br><strong>Prever a progressão para ajustar tratamento</strong><br>É precisamente na primeira abordagem ao doente que esta capacidade preditiva poderá introduzir uma mudança relevante. Atualmente, quando é diagnosticado um glaucoma, o médico nem sempre consegue determinar numa única consulta a velocidade a que a doença irá evoluir. Uma notícia partilhada pela Universidade do Porto explica que “podem ser necessárias várias consultas e ajustes terapêuticos até perceber o comportamento da doença”. Com o novo modelo, essa informação poderá estar disponível desde o início, permitindo definir mais cedo a intensidade do tratamento e o nível de vigilância necessários. “Em vez de ter de ver o doente várias vezes antes de ter a certeza do ritmo de progressão da sua doença, podemos, logo desde o início, adotar uma estratégia de tratamento mais ou menos agressiva, sem perder tempo e várias consultas”, afirma João Barbosa Breda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esta antecipação está também na base da resposta às questões sobre a possibilidade de a IA reduzir o tempo até à decisão terapêutica e tornar o acompanhamento mais personalizado</strong><strong>. A ideia central mantém-se:</strong> <strong>“se for possível estimar logo no início o ritmo provável de progressão, o acompanhamento pode ser ajustado desde essa fase ao risco individual do doente, concentrando maior atenção e recursos nos casos em que a doença se prevê mais agressiva</strong><strong>”</strong>. A expectativa anunciada no estudo é precisamente detetar atempadamente os casos de maior risco, otimizar recursos e permitir tratamentos mais assertivos numa fase precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa capacidade poderá ser particularmente relevante numa doença que pode avançar durante anos sem que o doente perceba que está a perder visão, tal como o glaucoma, doença progressiva do nervo ótico cuja ausência de sintomas na maioria dos casos contribui para que muitos doentes permaneçam por diagnosticar. João Barbosa Breda considera que já existe evidência suficiente para a”firmar que cerca de metade das pessoas com glaucoma não está diagnosticada e defende que a IA poderá ajudar a identificar casos mais precoces na população, quando ainda não existem sintomas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rastreio precoce abre novas possibilidades</strong><br>A utilização da IA para este efeito já está, aliás, a ser explorada noutros projetos. <strong>O especialista destaca</strong> <strong>“um trabalho liderado por Luís Abegão Pinto, da ULS Santa Maria, que está a implementar um rastreio de base populacional mediado por inteligência artificial</strong><strong>”. A lógica é diferente daquela que preside ao modelo agora apresentado: enquanto este estudo procura prever a progressão de uma doença já identificada, um programa de rastreio pretende encontrar pessoas que poderão ter glaucoma sem ainda saberem que o têm.</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É também aqui que surgem algumas das principais cautelas em torno da utilização de ferramentas preditivas. Uma tecnologia capaz de identificar pessoas em risco terá de apresentar resultados suficientemente fiáveis para não gerar uma sucessão de encaminhamentos desnecessários nem deixar passar casos que deveriam ser avaliados. <strong>João Barbosa Breda chama a atenção para</strong> <strong>“a necessidade de gerir os falsos positivos e os falsos negativos: os primeiros podem provocar ansiedade e consumir recursos de forma desnecessária; os segundos podem fazer com que um doente deixe de ser diagnosticado</strong><strong>”.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, não existe necessariamente uma única forma de definir os requisitos de uma ferramenta de IA. O grau de exigência e a forma de utilização terão de ser adequados ao cenário em causa. Um sistema utilizado num rastreio populacional enfrenta desafios diferentes de uma ferramenta utilizada num contexto hospitalar para apoiar uma análise diagnóstica ou prognóstica. Esta distinção será particularmente importante à medida que estas tecnologias passam do contexto de investigação para uma eventual utilização clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Da previsão à prova de benefício clínico</strong><strong><br></strong>E esse passo ainda não está concluído. O modelo encontra-se em avaliação para uma eventual implementação e, <strong>embora os resultados demonstrem capacidade para prever a progressão do glaucoma, permanece por demonstrar que essa previsão se traduz efetivamente numa redução da perda visual</strong><strong>, assumindo-se a implementação da tecnologia como uma etapa ainda em avaliação. João Barbosa Breda considera esse passo essencial, mas salienta que serão necessários dados que ainda não estão disponíveis. “Provavelmente só após a implementação é que será possível avaliar a capacidade que a tecnologia tem de reduzir a perda visual”</strong>, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença é importante: prever a evolução do glaucoma não equivale ainda a demonstrar que a inteligência artificial consegue prevenir a cegueira. O que o estudo acrescenta é uma nova possibilidade de antecipar o comportamento da doença e, a partir dessa informação, apoiar uma decisão clínica mais precoce e ajustada ao risco. O próximo desafio será perceber se essa antecipação consegue transformar-se em melhores resultados para os doentes e, em última análise, em mais visão preservada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/a-ia-pode-antecipar-o-tratamento-dos-casos-mais-agressivos-de-glaucoma/">“A IA pode antecipar o tratamento dos casos mais agressivos de glaucoma”</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Teleconsultas por vídeo são mais úteis para os doentes</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/teleconsultas-por-video-sao-mais-uteis-para-os-doentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eugénio Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 12:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INVESTIGAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[BMC Primary Care]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Beirão]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
		<category><![CDATA[Telemedicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da FMUP compara mais de 184 mil teleconsultas e defende um modelo híbrido, com vídeo, telefone e atendimento presencial.</p>
O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/teleconsultas-por-video-sao-mais-uteis-para-os-doentes/">Teleconsultas por vídeo são mais úteis para os doentes</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h1 class="wp-block-heading">Teleconsultas por vídeo são mais úteis para os doentes</h1>
</div>
</div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">Estudo da FMUP compara mais de 184 mil teleconsultas e defende um modelo híbrido, com vídeo, telefone e atendimento presencial.</h3>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/09/telemedicina.jpg" alt="Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: telemedicina"/></figure>


<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-09-19T12:50:00+00:00">19 de Setembro, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>Esta é uma das conclusões de um estudo realizado por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), publicado na revista <em>BMC Primary Care</em>, que refere que “<strong>os doentes dos cuidados de saúde primários consideram as teleconsultas por vídeo mais úteis e satisfatórias do que as realizadas por telefone</strong><strong>”</strong>. A modalidade por vídeo está também associada a uma menor necessidade de recorrer novamente ao médico de família num curto espaço de tempo, refere o comunicado de imprensa enviado pela FMUP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores analisaram 184 308 consultas por vídeo e por telefone, registadas numa plataforma de telemedicina portuguesa do setor privado entre 2021 e 2023. Do total, “55% foram realizadas por vídeo e 45% por telefone, abrangendo cerca de 100 mil doentes, dos quais 34% tiveram mais do que uma consulta”. O <strong>objetivo foi comparar indicadores de qualidade das duas modalidades, incluindo a satisfação dos doentes e os resultados clínicos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os resultados, “95% dos doentes que realizaram uma consulta por vídeo consideraram-na útil, face a 92% dos que recorreram ao telefon”e. Para Daniel Beirão, primeiro autor do estudo, esta diferença poderá estar relacionada com a possibilidade de utilizar elementos de comunicação não verbal durante a consulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O estudo</strong><strong>, desenvolvido por Daniel Beirão, Carlos Franclim Silva, Bernardo Sousa-Pinto, Ana Luísa Neves e Paulo Santos, da FMUP, e por João Magalhães e Filipe Freitas Pinto, da FMUP e da Knok</strong><strong>, identificou também diferenças no recurso posterior a cuidados médicos</strong>. O pedido de uma nova consulta no espaço de 24 horas foi menor entre os doentes atendidos por vídeo, correspondendo a 4,2%, contra 7,4% nas consultas telefónicas. Por outro lado, o telefone permitiu um acesso mais rápido à consulta e esteve associado a uma menor necessidade de encaminhamento para avaliação presencial: 12,5%, face a 14,4% nas consultas por vídeo. No conjunto da amostra, apenas 13,4% dos doentes necessitaram de avaliação presencial pelo médico após a teleconsulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres recorreram mais frequentemente às duas modalidades, representando 54% das consultas por vídeo e 66% das consultas por telefone. <strong>A idade mediana dos doentes foi de 37 anos, sendo de 31 anos nas consultas por vídeo e de 48 anos nas consultas telefónicas</strong>. Segundo os investigadores, a maior utilização do telefone pelos doentes mais velhos poderá estar relacionada com dificuldades na utilização de tecnologias digitais ou com limitações no acesso à internet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das diferenças identificadas, os autores sublinham que nenhuma das modalidades é universalmente superior. <strong>Os resultados apontam, por isso, para a necessidade de um modelo híbrido de consulta, capaz de combinar atendimento presencial, vídeo e telefone de acordo com a situação clínica e as necessidades de cada doente.</strong> <strong></strong>“A pergunta certa não é se devemos escolher vídeo ou telefone, mas qual a melhor modalidade para cada situação”, afirma Daniel Beirão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O investigador alerta ainda para a forma como a telemedicina é atualmente integrada nos cuidados de saúde primários do Serviço Nacional de Saúde. Embora existam contactos telefónicos em larga escala, estes nem sempre são assumidos formalmente como teleconsultas, dispondo de tempo próprio na agenda ou de um registo clínico estruturado equivalente ao de uma consulta presencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São contactos em que se transmite informação clínica, se tomam decisões e se assume responsabilidade médico-legal, muitas vezes sem tempo próprio na agenda e sem registo clínico estruturado equivalente ao de uma consulta presencial. Isso é um problema de segurança e de governação clínica, antes de ser um problema de tecnologia”, considera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sentido, os <strong>investigadores defendem uma reforma do modelo, com critérios clínicos definidos, agendas próprias e registos adequados. A combinação das diferentes modalidades poderá contribuir para reduzir tempos de espera e reservar a consulta presencial para os casos em que esta é mais necessária.</strong> O estudo deixa, contudo, um alerta sobre a equidade no acesso. “Alargar a oferta e alargar o acesso não são a mesma coisa: sem investimento em literacia digital, corremos o risco de que quem mais beneficiaria da avaliação visual seja justamente quem menos lhe consegue aceder”, afirma Daniel Beirão.<br><br>Pode aceder ao estudo <strong><a href="https://link.springer.com/article/10.1186/s12875-026-03454-8">aqui</a></strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="118" height="76" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/09/b36f2614-e5f6-4e4b-8a9a-6b8754383acf.png" alt="" class="wp-image-16581" style="aspect-ratio:2.3250614799910574;width:181px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



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			</item>
		<item>
		<title>“A substituição de carne bovina por mimetizadores de carne de origem vegetal pode ajudar na prevenção cardiovascular”</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/a-substituicao-de-carne-bovina-por-mimetizadores-de-carne-de-origem-vegetal-pode-ajudar-na-prevencao-cardiovascular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eugénio Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ATUALIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[João Pedro Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[mimetizadores de carne de origem vegetal]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[Scientific Reports]]></category>
		<category><![CDATA[TMAO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salusmagazine.pt/?p=16330</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entrevista a João Pedro Ferreira, professor e investigador da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto</p>
O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/a-substituicao-de-carne-bovina-por-mimetizadores-de-carne-de-origem-vegetal-pode-ajudar-na-prevencao-cardiovascular/">“A substituição de carne bovina por mimetizadores de carne de origem vegetal pode ajudar na prevenção cardiovascular”</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></description>
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<h1 class="wp-block-heading">“A substituição de carne bovina por mimetizadores de carne de origem vegetal pode ajudar na prevenção cardiovascular”</h1>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading"><em>É esta uma das principais conclusões que emerge da investigação</em> <em>Finding Optimal Oral Diet-1</em> <em>(FOOD-1), conduzida no Canadá e publicada na revista</em> <em>Scientific Reports, do grupo</em> <em>Nature, que comparou o efeito do consumo de hambúrgueres à base de plantas com hambúrgueres de carne bovina nos níveis de TMAO e noutros marcadores de risco cardiovascular. O trabalho foi coordenado por João Pedro Ferreira, professor e investigador da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), que, em entrevista,explica o significado destes resultados e o possível papel da microbiota intestinal, mas deixa também um alerta sobre uma questão que considera decisiva para o avanço da investigação clínica: a necessidade de financiamento público para responder a questões de saúde que ultrapassam os interesses da indústria.</em></h3>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/08/Joao-Pedro-Ferreira_FMUP.jpg" alt="Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: joao-pedro-ferreira_fmup"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: FMUP</figcaption></figure>


<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-08-26T13:00:00+00:00">26 de Agosto, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>O estudo&nbsp;apresentado&nbsp;encontrou uma redução significativa dos níveis de TMAO&nbsp;(um&nbsp;composto associado à ingestão de produtos de origem animal)&nbsp;com o consumo de hambúrgueres à base de plantas. O que nos diz este marcador sobre o risco cardiovascular e qual a relevância clínica desta redução?<br></strong>Este composto, TMAO (N-óxido de trimetilamina), é um composto químico produzido pelas bactérias do intestino quando digerem nutrientes oriundos de alimentos de origem animal como carne vermelha ou marisco. Níveis sustentadamente elevados deste composto associam-se a um maior risco de doenças cardiovasculares, embora não haja relação de causalidade estabelecida de forma robusta, i.e., os níveis de TMAO podem ser confundidos por outros fatores como a função renal ou o estilo de vida. Contudo, verificar a redução dos níveis de TMAO com uma intervenção simples é potencialmente muito interessante, pois diz-nos que algo mudou, para melhor, na forma como as bactérias do intestino operam.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que mecanismos poderão explicar a diferença observada nos níveis de TMAO entre os participantes que consumiram hambúrgueres vegetais e os que consumiram carne de vaca? Que papel poderá ter a microbiota intestinal neste processo?</strong><br>Existe uma relação causal entre o consumo de hambúrgueres vegetais e a redução de TMAO, pois é um ensaio randomizado. Não colhemos fezes dos participantes, mas tudo indica que a diferença se deve a uma alteração da microbiota intestinal, sim.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O estudo também&nbsp;identificou níveis mais baixos de colesterol LDL após o consumo dos produtos à base de plantas. Até que ponto estes resultados permitem estabelecer uma relação entre a substituição da carne e uma redução do risco cardiovascular?</strong><br>Sim, de facto, o perfil lipídico dos participantes também melhorou, o que pode significar uma redução do risco cardiovascular; todavia, para provar isto necessitaríamos de um ensaio clínico maior e com seguimento longo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ensaio incluiu pessoas com risco cardiovascular elevado, nomeadamente participantes com diabetes, hipertensão ou antecedentes de eventos cardiovasculares. Por&nbsp;que foi importante estudar esta população e poderão os resultados ser extrapolados para pessoas sem estes fatores de risco?</strong><br>A população tinha risco cardiovascular elevado, pois queríamos verificar o efeito dos hambúrgueres vegetais (<em>versus</em> hambúrgueres de carne bovina) em fatores como a pressão arterial, o colesterol LDL, ou os peptídeos natriuréticos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perante um doente com elevado risco cardiovascular que pretende reduzir o consumo de carne, que recomendações práticas considera mais adequadas: substituir a carne por estes produtos vegetais que a mimetizam ou privilegiar outras fontes de proteína de origem vegetal?</strong><br>Sem dúvida privilegiar outras fontes, não processadas, de proteína de origem vegetal, pois os hambúrgueres vegetais são produtos ultraprocessados e com elevado conteúdo de sal. Mas claro que têm um lugar se forem consumidos com moderação, e.g., 1-2 vezes por semana, em substituição de carne.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O estudo aponta para a necessidade de comparar diferentes modelos alimentares e, no futuro, até a chamada carne cultivada com a carne convencional. Quais considera serem as principais linhas de investigação que deverão ser desenvolvidas para perceber o verdadeiro impacto destas alternativas na saúde cardiovascular?</strong><br>Acima de tudo, é importante salientar que o financiamento público para os ensaios clínicos da iniciativa do investigador em Portugal é praticamente inexistente e estas questões (entre outras) de saúde pública só podem ser respondidas com ensaios clínicos de apoio público, pois a indústria não tem qualquer interesse (pelo contrário) em saber os resultados e o impacto real na saúde das pessoas. Isto é mesmo o mais importante. Podemos ter boas ideias e questões importantes, mas sem financiamento público bem dirigido é impossível fazer ensaios clínicos da iniciativa do investigador. Aliás, este ensaio foi 100% financiado pela Universidade de McGill, em Montreal, no Canadá.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/a-substituicao-de-carne-bovina-por-mimetizadores-de-carne-de-origem-vegetal-pode-ajudar-na-prevencao-cardiovascular/">“A substituição de carne bovina por mimetizadores de carne de origem vegetal pode ajudar na prevenção cardiovascular”</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Medicamentos para insuficiência cardíaca e asma mostram potencial contra o cancro da bexiga</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/medicamentos-para-insuficiencia-cardiaca-e-asma-mostram-potencial-contra-o-cancro-da-bexiga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eugénio Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 06:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INVESTIGAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Eduarda Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[milrinone]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Vale]]></category>
		<category><![CDATA[RISE-Health]]></category>
		<category><![CDATA[terbutalina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salusmagazine.pt/?p=16147</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo da Universidade do Porto aponta que dois fármacos usados na insuficiência cardíaca e na asma podem reforçar a eficácia da quimioterapia no cancro da bexiga.</p>
O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/medicamentos-para-insuficiencia-cardiaca-e-asma-mostram-potencial-contra-o-cancro-da-bexiga/">Medicamentos para insuficiência cardíaca e asma mostram potencial contra o cancro da bexiga</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h1 class="wp-block-heading">Medicamentos para insuficiência cardíaca e asma mostram potencial contra o cancro da bexiga</h1>
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</div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">Estudo da Universidade do Porto aponta que dois fármacos usados na insuficiência cardíaca e na asma podem reforçar a eficácia da quimioterapia no cancro da bexiga.</h3>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/07/bexiga.jpg" alt="Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: bexiga"/></figure>


<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-08-14T06:45:00+00:00">14 de Agosto, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Medicamentos utilizados no tratamento da insuficiência cardíaca e da asma poderão vir a reforçar a eficácia da quimioterapia no cancro da bexiga</strong>. <strong>A conclusão resulta de um estudo desenvolvido por investigadores da Unidade de Investigação RISE-Health e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), que avaliou o potencial de reutilização de fármacos já aprovados para outras doenças nesta patologia oncológica.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informação divulgada no <strong><em>site</em> da Universidade do Porto</strong>, “<strong>os ensaios laboratoriais, realizados em células de cancro da bexiga, demonstraram que a milrinona</strong>, <strong>utilizada em contexto de insuficiência cardíaca, e a</strong> <strong>terbutalina</strong>, <strong>indicada para a gestão da asma, potenciaram significativamente os efeitos do</strong> <strong>5-fluorouracilo (5-FU)”</strong>, um medicamento de quimioterapia amplamente utilizado. Os resultados foram publicados na revista científica <em>Cancers</em> e podem ser vistos <strong><a href="https://www.mdpi.com/2072-6694/18/4/562" title="">aqui</a></strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os investigadores Nuno Vale e Eduarda Ribeiro, foi constatado &#8220;que estes fármacos – milrinone e terbutalina – potenciaram significativamente os efeitos anticancerígenos do 5-FU nas células cancerígenas da bexiga [&#8230;], o que indica um benefício específico para este tipo de tumor&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A equipa verificou ainda que a terbutalina influenciou o stress oxidativo induzido pelo tratamento quimioterápico</strong>. &#8220;Este resultado é particularmente interessante porque o stress oxidativo influencia a resposta celular à quimioterapia e pode estar envolvido nos mecanismos de adaptação e resistência tumoral&#8221;, explicam os investigadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de aumentarem a ação do 5-FU, <strong>os dois medicamentos reduziram a capacidade das células tumorais para migrar e formar novas colónias, processos frequentemente associados à progressão e à recorrência da doença</strong>. Para os autores, a reutilização de fármacos já conhecidos representa uma estratégia promissora, uma vez que pode reduzir o tempo, os custos e os riscos associados ao desenvolvimento de novas terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos resultados encorajadores, os investigadores sublinham que a investigação ainda se encontra numa fase pré-clínica e distante da aplicação em doentes. O objetivo passa agora por desenvolver uma abordagem cada vez mais personalizada. &#8220;Uma estratégia verdadeiramente personalizada deverá integrar informação clínica, molecular e funcional de cada paciente&#8221;, referem, defendendo que, no futuro, poderão ser utilizados organoides ou culturas de células derivadas dos próprios doentes para testar previamente a resposta às diferentes combinações terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que identificar novos usos para medicamentos já existentes, os investigadores acreditam que esta estratégia poderá contribuir para selecionar tratamentos mais eficazes para cada doente, reduzindo a toxicidade, os tratamentos desnecessários e o risco de resistência tumoral.<br><br></p>



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<p class="wp-block-paragraph"><br></p>O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/medicamentos-para-insuficiencia-cardiaca-e-asma-mostram-potencial-contra-o-cancro-da-bexiga/">Medicamentos para insuficiência cardíaca e asma mostram potencial contra o cancro da bexiga</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Inteligência artificial transforma smartphone em aliado na monitorização respiratória pediátrica</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/inteligencia-artificial-transforma-smartphone-em-aliado-na-monitorizacao-respiratoria-pediatrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eugénio Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INVESTIGAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[auscultação pulmonar]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Jácome]]></category>
		<category><![CDATA[doenças respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[European Journal of Pediatrics]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Inês Pais-Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[monitorização remota]]></category>
		<category><![CDATA[RISE-Health]]></category>
		<category><![CDATA[smartphone]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salusmagazine.pt/?p=16097</guid>

					<description><![CDATA[<p>Investigadores da RISE-Health e da FMUP desenvolvem modelo de inteligência artificial que deteta sibilos em crianças através de gravações respiratórias feitas com um smartphone.</p>
O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/inteligencia-artificial-transforma-smartphone-em-aliado-na-monitorizacao-respiratoria-pediatrica/">Inteligência artificial transforma smartphone em aliado na monitorização respiratória pediátrica</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h1 class="wp-block-heading">Inteligência artificial transforma smartphone em aliado na monitorização respiratória pediátrica</h1>
</div>
</div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">Investigadores da RISE-Health e da FMUP desenvolvem modelo de inteligência artificial que deteta sibilos em crianças através de gravações respiratórias feitas com um <em>smartphone</em>.</h3>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/07/pediatra_auscultacao.jpg" alt="Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: pediatra_auscultacao"/></figure>


<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-07-22T07:40:00+00:00">22 de Julho, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>A auscultação pulmonar através de um <em>smartphone</em>, apoiada por inteligência artificial (IA), poderá vir a facilitar a monitorização remota de crianças com doenças respiratórias, segundo um estudo liderado por investigadores da unidade de investigação RISE-Health e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). </strong><strong>A tecnologia alcançou uma precisão de 87% na deteção de sibilos, reforçando o seu potencial para apoiar o diagnóstico e o acompanhamento clínico à distância.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado na revista <em>European Journal of Pediatrics</em>, o estudo é o primeiro a aplicar um modelo de IA à identificação de sibilos  (o característico &#8220;chiado no peito&#8221;) através de sons respiratórios gravados com um <em>smartphone</em>. A investigação envolveu 217 crianças e adolescentes, dos zero aos 17 anos, e analisou um total de 2020 gravações realizadas em contexto real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Cristina Jácome e Inês Pais-Cunha, investigadoras da RISE-Health e da FMUP e coordenadoras do estudo, “a monitorização das doenças respiratórias pediátricas continua a depender sobretudo da avaliação presencial”, baseada na observação clínica, na auscultação com estetoscópio e em exames complementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<strong>No modelo tradicional, existe uma dificuldade em detetar os períodos de agudização entre as consultas. A gestão clínica depende, assim, de uma avaliação indireta do controlo da doença, o que pode introduzir subjetividade e levar a decisões terapêuticas menos precisas</strong>&#8220;, explicam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados sugerem que a utilização de <em>smartphones</em> poderá representar uma alternativa simples e acessível para complementar o acompanhamento destas crianças, permitindo aos profissionais de saúde dispor de informação objetiva sobre a evolução da doença entre consultas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As nossas conclusões mostram que <strong>a auscultação por <em>smartphone</em> é uma tecnologia promissora para integrar em sistemas de monitorização remota</strong>&#8220;, referem as investigadoras, acrescentando que &#8220;<strong>a ampla disponibilidade de <em>smartphones</em> equipados com microfones de alta qualidade oferece uma solução prática, não invasiva e escalável para a gravação de sons respiratórios em ambientes clínicos e domésticos, eliminando a necessidade de dispositivos adicionais e permitindo a recolha de dados através de uma única ferramenta familiar</strong>&#8220;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da deteção de sibilos, a equipa acredita que esta abordagem poderá evoluir para identificar outros biomarcadores acústicos relevantes, como os fervores ou crepitações, associados a doenças respiratórias crónicas, como a fibrose quística, ou a infeções do trato respiratório inferior, incluindo a pneumonia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigadoras sublinham ainda que &#8220;<strong>a auscultação pulmonar através do <em>smartphone</em> torna-se especialmente valiosa nos cuidados pediátricos, uma vez que contorna a barreira da necessidade de cooperação ativa da criança</strong>&#8220;, acrescentando que esta é <strong>&#8220;uma tecnologia que viabiliza e escala a monitorização à distância, funcionando como um pilar central para futuros Sistemas de Apoio à Decisão Clínica&#8221;.</strong> <br><br>O estudo, intitulado <em><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00431-026-07036-9" title="">Wheeze detection in real-world pediatric care: AI applied to smartphone lung auscultation</a></em>, foi liderado por Cristina Jácome e contou com a participação de investigadores da FMUP, da unidade de investigação RISE-Health e da Universidade de Coimbra.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p>



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<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/inteligencia-artificial-transforma-smartphone-em-aliado-na-monitorizacao-respiratoria-pediatrica/">Inteligência artificial transforma smartphone em aliado na monitorização respiratória pediátrica</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Um terço dos portugueses nunca ouviu falar de microbiota</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/um-terco-dos-portugueses-nunca-ouviu-falar-de-microbiota/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eugénio Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ATUALIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[27 de junho]]></category>
		<category><![CDATA[Biocodex Microbiota Institute]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Microbioma]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[inquérito Observatório Internacional de Microbiotas 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Ferreira Gomes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salusmagazine.pt/?p=15785</guid>

					<description><![CDATA[<p>Inquérito Observatório Internacional de Microbiotas 2026, promovido pelo Biocodex Microbiota Institute, conclui que Um terço dos portugueses nunca ouviu falar de microbiota.</p>
O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/um-terco-dos-portugueses-nunca-ouviu-falar-de-microbiota/">Um terço dos portugueses nunca ouviu falar de microbiota</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h1 class="wp-block-heading">Um terço dos portugueses nunca ouviu falar de microbiota</h1>
</div>
</div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">Esta é uma das conclusões do inquérito <em>Observatório Internacional de Microbiotas 2026</em>, promovido pelo Biocodex Microbiota Institute. Estudo refere ainda que, apesar, disso 50% dos inquiridos alteraram hábitos para cuidar da saúde.</h3>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/06/microbiota.jpg" alt="Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: microbiota"/></figure>


<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-06-27T08:00:00+00:00">27 de Junho, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>Apesar dos avanços da investigação científica e da crescente atenção dedicada ao microbioma humano, <strong>o conhecimento dos portugueses sobre a microbiota continua aquém da média internacional</strong>. De acordo com os resultados do Observatório Internacional de Microbiotas 2026, promovido pelo Biocodex Microbiota Institute, <strong>34% dos portugueses nunca ouviram falar de microbiota e apenas 21% afirmam saber exatamente o que o conceito significa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados, divulgados a propósito do Dia Mundial do Microbioma, que hoje se assinala, revelam que <strong>Portugal continua entre os países com menor literacia nesta área, embora se observe uma crescente consciencialização sobre a importância da microbiota para a saúde</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nos últimos anos, o estudo na área do microbioma e da microbiota tem vindo a revelar associações entre a microbiota intestinal e várias dimensões da saúde, nomeadamente o sistema imunitário, o metabolismo e o eixo intestino-cérebro”, explica Joana Ferreira Gomes, investigadora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Segundo a especialista, uma das descobertas mais relevantes tem sido a compreensão da comunicação bidirecional entre o intestino e o cérebro, ajudando a esclarecer potenciais relações entre a microbiota, o humor, o comportamento e algumas condições neurológicas e psiquiátricas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apesar do conhecimento ainda limitado, o estudo mostra que os portugueses começam a traduzir esta crescente atenção em comportamentos concretos. Metade dos inquiridos (50%) refere ter alterado hábitos para preservar o equilíbrio da microbiota, enquanto 68% praticam atividade física regularmente, 57% consomem fruta e vegetais diariamente e 36% procuram limitar o consumo de alimentos ultraprocessados.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“Neste momento não existe uma única intervenção específica para cuidar da microbiota, mas sim um conjunto de hábitos de vida que, em simultâneo, promovem a saúde intestinal e a saúde global (&#8230;) Aquilo que faz bem à microbiota é, em grande medida, aquilo que faz bem ao organismo como um todo.”</em><br>Joana Ferreira Gomes, investigadora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>estudo destaca ainda o papel central dos profissionais de saúde na educação da população</strong>. Nove em cada dez portugueses (90%) consideram-nos a fonte mais credível de informação sobre microbiota, mas apenas cerca de um terço afirma ter recebido explicações completas sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Os profissionais de saúde têm um papel essencial na tradução da informação. Numa área que gera muito interesse, mas também alguma desinformação, é importante ajudar a população a distinguir o que é sustentado pela evidência científica daquilo que são promessas ou modas</strong>”, sublinha a investigadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dos aspetos destacados pelo observatório diz respeito aos chamados primeiros mil dias de vida, período considerado fundamental para o desenvolvimento da microbiota intestinal. No entanto, apenas 32% dos pais e grávidas dizem conhecer este conceito.<br><br>“Os primeiros anos de vida são particularmente importantes para o desenvolvimento da microbiota intestinal”, explica Joana Ferreira Gomes. Ainda assim, a especialista alerta para a necessidade de informar sem alarmar. “<strong>É importante que os pais compreendam que algumas escolhas e hábitos de vida saudáveis podem ter impacto no desenvolvimento da criança, sem que isso se transforme numa fonte de preocupação desnecessária</strong>.” <br><br>O Observatório Internacional de Microbiotas 2026 envolveu 7 500 participantes de 11 países, incluindo Portugal, França, Alemanha, Itália, Polónia, Finlândia, Estados Unidos, Brasil, México, China e Vietname, avaliando o conhecimento, as perceções e os comportamentos da população relativamente ao microbioma e à microbiota.<br><br>Saiba mais sobre o inquérito <strong><a href="https://www.biocodexmicrobiotainstitute.com/pt/observatorio-internacional-microbiotas/2026/portugal" title="">aqui</a></strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1200" height="1200" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/06/LogoIMO_Portuguese.png" alt="" class="wp-image-15786" style="width:577px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



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<p class="wp-block-paragraph"><br></p>O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/um-terco-dos-portugueses-nunca-ouviu-falar-de-microbiota/">Um terço dos portugueses nunca ouviu falar de microbiota</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo da FMUP sugere que início simultâneo de terapêutica na insuficiência cardíaca é seguro</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/estudo-da-fmup-sugere-que-inicio-simultaneo-de-terapeutica-na-insuficiencia-cardiaca-e-seguro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eugénio Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INVESTIGAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Insuficiência Cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[João Pedro Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[terapêuticas simultâneas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salusmagazine.pt/?p=15119</guid>

					<description><![CDATA[<p>Investigação da FMUP conclui que iniciar dois tratamentos em simultâneo na insuficiência cardíaca é seguro e acelera acesso à terapêutica recomendada.</p>
O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/estudo-da-fmup-sugere-que-inicio-simultaneo-de-terapeutica-na-insuficiencia-cardiaca-e-seguro/">Estudo da FMUP sugere que início simultâneo de terapêutica na insuficiência cardíaca é seguro</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h1 class="wp-block-heading">Estudo da FMUP sugere que início simultâneo de terapêutica na insuficiência cardíaca é seguro</h1>
</div>
</div>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">Iniciar simultaneamente dois tratamentos recomendados para a insuficiência cardíaca é uma estratégia viável, segura e que pode permitir um acesso mais rápido à terapêutica completa,<strong> </strong>de acordo com um estudo liderado por João Pedro Ferreira, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, publicado no <em>The Journal of the American College of Cardiology.</em></h3>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/05/terapeuticas.jpg" alt="Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: terapeuticas"/></figure>


<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-05-09T08:00:00+00:00">9 de Maio, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>Como explica o autor principal, “as diretrizes internacionais recomendam que estes fármacos sejam iniciados o mais precocemente possível e as doses ajustadas, mas, antes deste ensaio, não se sabia se era seguro e eficaz iniciá-los em simultâneo ou se seria melhor começar um e só depois o outro (um a três meses depois)”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os <strong>resultados demonstram que “esta estratégia é segura, o que significa que não aumenta os efeitos adversos, quando se compara com a estratégia de começar o tratamento com apenas um medicamento e adicionar o outro após algumas semanas ou meses”</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A base para esta conclusão foi o estudo INITIATE-HfrEF que avaliou doentes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, acompanhados em vários centros do norte do país, incluindo a ULS São João, ULS Gaia/Espinho, ULS de Santo António e ULS de Matosinhos. Assim, ao longo de cerca de seis meses, foram monitorizados eventos clínicos relevantes e efeitos adversos, como hipotensão, alterações do potássio, disfunção renal, episódios de urgência, hospitalizações e mortalidade cardiovascular.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“Esta descoberta é relevante porque muitos médicos hesitam em iniciar vários medicamentos ao mesmo tempo por receio de efeitos adversos. Este estudo sugere que, com acompanhamento adequado, uma abordagem mais rápida é viável e segura.”</em><br><strong>João Pedro Ferreira, investigador da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto</strong></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>investigação analisou o início simultâneo ou sequencial de duas terapêuticas consideradas pilares no tratamento da doença </strong><strong>–</strong><strong> sacubitril/valsartan e inibidores do SGLT2</strong>. No total, participaram 62 doentes, com idade média de 68 anos, sendo que quase metade se encontrava internada no momento da inclusão.<strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostram que “iniciar os dois medicamentos ao mesmo tempo foi não inferior à estratégia sequencial, ou seja, não foi mais perigoso. Não houve aumento de complicações graves no grupo que iniciou ambos os fármacos em simultâneo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, refere o investigador, “<strong>ao fim de 12 semanas, todos os doentes que continuavam no estudo já estavam a tomar ambos os medicamentos e a maioria conseguiu atingir doses-alvo até às 24 semanas. Não houve sinais de pior tolerância renal, baixa grave de pressão arterial ou de alterações graves de potássio no grupo simultâneo”.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este trabalho insere-se numa linha de investigação desenvolvida na FMUP e na unidade RISE-Health, focada na melhoria do tratamento de doenças cardiovasculares, renais e metabólicas.<br><br>A insuficiência cardíaca, recorde-se, é uma doença crónica grave, associada a sintomas como falta de ar e retenção de líquidos, e representa uma das principais causas de mortalidade acima dos 65 anos. Em Portugal, estima-se que afete mais de meio milhão de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/estudo-da-fmup-sugere-que-inicio-simultaneo-de-terapeutica-na-insuficiencia-cardiaca-e-seguro/">Estudo da FMUP sugere que início simultâneo de terapêutica na insuficiência cardíaca é seguro</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Investigação da FMUP reforça qualidade da reanimação cardiorrespiratória</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/investigacao-da-fmup-reforca-qualidade-da-reanimacao-cardiorrespiratoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eugénio Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INVESTIGAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Sá Couto]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação para a Ciência e a Tecnologia e da Laerdal Foundation]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[projeto QualityCPR]]></category>
		<category><![CDATA[reanimação cardiorrespiratória]]></category>
		<category><![CDATA[Resuscitation Plus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salusmagazine.pt/?p=13798</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo europeu liderado pela FMUP identifica novas estratégias ergonómicas que melhoram a qualidade da reanimação cardiorrespiratória e reduzem a fadiga dos profissionais de saúde.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h1 class="wp-block-heading">Investigação da FMUP reforça qualidade da reanimação cardiorrespiratória</h1>
</div>
</div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">Estudo liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e desenvolvido em Portugal, Alemanha e Finlândia, analisa impacto da postura, do posicionamento dos braços e da ergonomia do reanimador na eficácia das compressões torácicas e na fadiga muscular. Os resultados deram origem a três artigos científicos publicados na revista internacional <em>Resuscitation Plus</em>.</h3>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/01/reanimacao_cardio.jpg" alt="Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: reanimacao_cardio"/></figure>


<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-01-30T14:00:00+00:00">30 de Janeiro, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>Um estudo europeu multicêntrico, liderado pela FMUP, identificou um conjunto de recomendações que podem melhorar significativamente a qualidade da reanimação cardiorrespiratória (RCR) e os respetivos resultados clínicos, incluindo em contextos exigentes como as salas de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das conclusões refere que “<strong>mesmo pequenas variações na postura e no posicionamento do reanimador têm um impacto real na qualidade da reanimação cardiorrespiratória</strong>”, sublinha Carla Sá Couto, professora da FMUP e coordenadora do projeto QualityCPR, pode ler-se no <em>site</em> da FMUP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo recorreu à simulação como método investigativo, envolvendo profissionais de saúde experientes – médicos, enfermeiros e paramédicos – que realizaram compressões torácicas ininterruptas durante três minutos. A qualidade das compressões foi avaliada através de simuladores, enquanto a fadiga muscular foi medida com sensores de eletromiografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados demonstraram que “<strong>a realização de compressões com os braços posicionados a 90 graus, com os ombros alinhados com os pulsos, assegura maior qualidade e menor fadiga muscular</strong>”. Em contraste, “posições a 105 graus, frequentemente observadas na prática clínica, estiveram associadas a uma diminuição mais rápida do desempenho e a maior esforço físico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação revelou ainda que “características físicas como a altura e o peso do reanimador influenciam a <em>performance</em>, sendo que profissionais mais altos ou mais pesados tendem a alcançar compressões mais profundas com menor fadiga”. Já <strong>posicionamentos elevados e estáveis, como o uso de bancos de apoio ou o ajuste da altura da cama, </strong><strong>“permitiram manter compressões eficazes durante mais tempo, enquanto posições instáveis comprometeram rapidamente a qualidade da reanimação</strong><strong>”</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a fadiga muscular ser considerada inevitável durante a execução da RCR, os investigadores concluem que esta pode ser significativamente reduzida através de uma postura correta e de condições ergonómicas adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nestes resultados, <strong>o grupo de investigação recomenda, ao nível individual, o treino sistemático de compressões com os braços a 90 graus e a adoção de posicionamentos ergonómicos</strong>. Ao nível organizacional, defende a existência de salas de emergência equipadas com camas ajustáveis, plataformas de apoio e programas de formação que integrem <em>feedback</em> objetivo não só sobre a técnica, mas também sobre a postura e a ergonomia do espaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto QualityCPR contou com financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e da Laerdal Foundation e envolveu instituições académicas dos três países parceiros. Além das publicações científicas, o trabalho foi distinguido com o prémio de melhor investigação no Congresso da Sociedade Europeia de Simulação (SESAM 2025).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consórcio prepara agora um novo projeto, o PRECISION-CPR, candidato a financiamento europeu, que pretende desenvolver sistemas de <em>feedback</em> personalizados baseados em Inteligência Artificial para apoiar os profissionais de saúde na execução de compressões de alta qualidade em condições ergonómicas otimizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/investigacao-da-fmup-reforca-qualidade-da-reanimacao-cardiorrespiratoria/">Investigação da FMUP reforça qualidade da reanimação cardiorrespiratória</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ordem dos Médicos apoia 10.ª edição do BLICS</title>
		<link>https://salusmagazine.pt/ordem-dos-medicos-apoia-10-a-edicao-do-blics/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eugénio Augusto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FORMAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[10.ª edição do BLICS]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[investigação clínica]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem dos Médicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salusmagazine.pt/?p=13379</guid>

					<description><![CDATA[<p>Candidaturas abertas à 10.ª edição do BLICS, curso online da FMUP em investigação clínica, com patrocínio científico da Ordem dos Médicos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h1 class="wp-block-heading">Ordem dos Médicos apoia 10.ª edição do BLICS</h1>
</div>
</div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<h3 class="wp-block-heading">As candidaturas à 10.ª edição do BLICS – <em>Blended Learning Introduction to Clinical Studies</em> já se encontram abertas. O curso de formação contínua da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) conta, este ano, com o patrocínio científico da Ordem dos Médicos e é creditado com 6 ECTS.</h3>
</div>
</div>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/01/investigacao_clinica.jpg" alt="Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: investigacao_clinica"/></figure>


<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-01-09T14:00:00+00:00">9 de Janeiro, 2026</time></div>


<p class="wp-block-paragraph"><br>Dirigido a profissionais de saúde interessados em reforçar competências na área da investigação clínica, o BLICS, iniciativa que conta com o apoio da<strong> <a href="https://ordemdosmedicos.pt/" title="">Ordem dos Médicos</a></strong>,  aposta numa abordagem integrada à metodologia científica, bioestatística e análise crítica e publicação de artigos científicos. O objetivo é dotar os participantes de ferramentas essenciais para a conceção, interpretação e comunicação de estudos clínicos, contribuindo para uma prática profissional mais informada e baseada na evidência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação decorre integralmente em regime <em>online</em> e combina sessões teóricas com componentes práticas, permitindo uma aprendizagem flexível e adaptada às exigências dos profissionais.<br><br>Ao longo do curso, os participantes terão acesso a materiais pedagógicos completos e a <em>softwares</em> especializados, como o SPSS e o EndNote, fundamentais para a análise de dados e gestão bibliográfica em investigação científica. Com uma estrutura consolidada ao longo das edições anteriores, o BLICS tem vindo a afirmar-se como uma referência na formação em investigação clínica em Portugal, reunindo profissionais de diferentes áreas da saúde e promovendo a interdisciplinaridade e o rigor científico.<br><br>As candidaturas, cujo prazo termina no dia 24 de fevereiro de 2026, devem ser efetuadas <strong><a href="https://sigarra.up.pt/fmup/pt/cand_geral.informacao_relevante_cans_view?pv_processo_id=1169564" title="">aqui</a></strong>, e o programa detalhado do curso e respetiva calendarização podem ser vistos <strong><a href="http://blics.med.up.pt/" title="">aqui</a></strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://salusmagazine.pt/wp-content/uploads/2026/01/Cartaz_BLICS10-2.png" alt="" class="wp-image-13381" style="width:451px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><br><br><br><br><br><br><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>O conteúdo <a href="https://salusmagazine.pt/ordem-dos-medicos-apoia-10-a-edicao-do-blics/">Ordem dos Médicos apoia 10.ª edição do BLICS</a> aparece primeiro em <a href="https://salusmagazine.pt">Salus Magazine</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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