Iniciativa da APFPC debate papel do farmacêutico na esclerose múltipla

Iniciativa da APFPC debate papel do farmacêutico na esclerose múltipla

Sessão O Farmacêutico e o Doente decorre a 18 de março na sede da Associação Portuguesa de Farmacêuticos para a Comunidade e conta com a participação da SPEM – Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla.

Esta imagem não tem texto alternativo. O nome do ficheiro é: esclorose_multipla


A Associação Portuguesa de Farmacêuticos para a Comunidade (APFPC) vai realiza a 18 de março, pelas 21h30, mais uma sessão da iniciativa O Farmacêutico e o Doente, desta vez dedicada à esclerose múltipla.

A sessão contará com a participação de
Alexandre Guedes da Silva, presidente da Direção da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), que irá abordar o papel das associações de doentes e discutir de que forma os farmacêuticos podem contribuir para a gestão da doença e para o apoio às pessoas que vivem com esta condição.

A esclerose múltipla é uma doença crónica, autoimune, inflamatória e degenerativa que afeta o sistema nervoso central. A patologia resulta de um erro do sistema imunitário que leva à destruição da mielina, a bainha que envolve e protege as fibras nervosas, essencial para a transmissão rápida dos impulsos nervosos.

A doença manifesta-se de formas distintas e pode comprometer capacidades físicas e cognitivas. O diagnóstico pode ser desafiante, uma vez que não existem indicadores específicos. Surge com maior frequência entre os 20 e os 40 anos e afeta sobretudo mulheres.

Estima-se que existam cerca de 2,8 milhões de pessoas com esclerose múltipla no mundo e mais de 8 mil em Portugal. Criada em 1984, a SPEM tem como missão contribuir para a melhoria das condições de vida das pessoas com esclerose múltipla, bem como dos seus familiares e cuidadores.

A iniciativa O Farmacêutico e o Doente, distinguida com o primeiro lugar do Prémio Tecnigen Farmácias Comunitárias e apoiada pela Plataforma Saúde em Diálogo, pretende dar a conhecer o trabalho das associações de doentes e promover a reflexão sobre o papel atual e futuro do farmacêutico no acompanhamento de pessoas com doença.

A participação é gratuita e aberta ao público, incluindo farmacêuticos, outros profissionais de saúde, estudantes, doentes e cuidadores, embora sujeita a inscrição prévia que pode ser feita aqui.