APCL promove seminário sobre leucemias e neoplasias hematológicas
APCL – Associação Portuguesa Contra a Leucemia promove, a 23 de maio, 3.º seminário dedicado às leucemias, síndromes mielodisplásicas (SMD) e neoplasias mieloproliferativas (NMP), reunindo doentes, cuidadores e profissionais de saúde num espaço de partilha e atualização científica.

O encontro tem lugar no Auditório da Ordem dos Contabilistas, em Lisboa, e pretende abordar alguns dos temas mais relevantes na área das neoplasias hematológicas, incluindo as mais recentes terapias-alvo e imunoterapias disponíveis em Portugal, estratégias para controlo de sintomas e melhoria da qualidade de vida, bem como avanços no transplante de medula óssea.
O programa conta com a participação de especialistas de instituições de referência, como o IPO de Lisboa e várias unidades locais de saúde, e inclui também um painel de testemunhos na primeira pessoa. Doentes como Daniela Fernandes Pinto, Tânia Prudêncio e Hernâni Luz irão partilhar as suas experiências com diferentes patologias, num momento que pretende aproximar a prática clínica da vivência real da doença.
“Unir a comunidade médica à experiência real dos doentes é o que nos permite avançar. Acreditamos que a informação rigorosa e a partilha de histórias são as ferramentas poderosas que podemos oferecer”, afirma Manuel Abecasis, presidente da APCL.
Entre os temas em destaque estarão ainda a importância dos testes de biomarcadores na personalização do tratamento, a gestão da resposta imunitária e questões relacionadas com fertilidade e planeamento familiar após o diagnóstico.
A iniciativa reforça o papel da APCL na promoção da literacia em saúde e na aproximação entre profissionais e doentes, num contexto em que a evolução terapêutica exige uma comunicação cada vez mais clara e integrada.
A inscrição é obrigatória, implica um donativo de participação de 7,5€ e pode ser feita aqui.

A iniciativa reforça o papel da APCL na promoção da literacia em saúde e na aproximação entre profissionais e doentes, num contexto em que a evolução terapêutica exige uma comunicação cada vez mais clara e integrada.




