Investigação clínica e projetos comunitários no Programa Gilead GÉNESE
Programa Gilead GÉNESE abre candidaturas à 12.ª edição, com apoios até 40 mil euros para projetos de investigação e inovação comunitária em saúde.

A Gilead GÉNESE abriu as candidaturas à 12.ª edição do seu programa de responsabilidade social corporativa, uma iniciativa que, desde 2013, tem apoiado projetos inovadores de investigação e intervenção comunitária nas áreas da Oncologia e da Virologia. As candidaturas decorrem entre até 30 de setembro de 2026, exclusivamente através da plataforma online do programa.
Ao longo de mais de uma década, o programa já financiou 134 projetos, correspondentes a um investimento acumulado superior a 3,1 milhões de euros, contribuindo para o desenvolvimento da investigação clínica e para a implementação de iniciativas comunitárias com impacto na melhoria dos cuidados de saúde e da qualidade de vida dos doentes.
A edição de 2026, que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República, introduz alterações ao regulamento com o objetivo de aproximar ainda mais a investigação da prática clínica e responder aos desafios atuais do sistema de saúde. Entre as novidades, destacam-se a definição de linhas de investigação mais específicas para cada área terapêutica e o reforço da valorização de projetos com potencial de aplicação direta nos cuidados de saúde.
“Ao longo de 12 edições, o Programa Gilead GÉNESE tem demonstrado que apoiar a investigação e a comunidade é investir em melhores resultados para os doentes. Nesta edição, quisemos dar mais um passo nesse compromisso, aproximando ainda mais o programa dos médicos e outros profissionais de saúde com interesse na investigação clínica.”
Marisa Alvarez, Executive Director, Medical Affairs, da Gilead Portugal e Espanha
Na vertente de investigação, os projetos elegíveis passam a estar organizados por áreas temáticas definidas para cada domínio terapêutico, enquanto, na vertente comunitária, as candidaturas deverão centrar-se em iniciativas inovadoras nas áreas da prevenção, rastreio e diagnóstico e qualidade de vida. Mantém-se igualmente a possibilidade de apresentação de candidaturas em consórcio, incentivando a colaboração entre diferentes entidades e equipas multidisciplinares.
Segundo Marisa Alvarez, Executive Director, Medical Affairs, da Gilead Portugal e Espanha, as alterações introduzidas procuram incentivar uma participação mais alargada de investigadores ligados à prática clínica e promover projetos “com uma abordagem cada vez mais multidisciplinar, colaborativa e centrada nas necessidades das pessoas”.
Os apoios poderão atingir 40 mil euros por projeto de investigação e 30 mil euros por projeto comunitário. As candidaturas serão avaliadas por comissões externas independentes, compostas por especialistas de reconhecido mérito científico, clínico e comunitário, que terão em consideração critérios como a qualidade metodológica, a inovação, o mérito da equipa e a aplicabilidade dos resultados à prática clínica.
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