CCAL reforça aposta na investigação em saúde
Centro Clínico Académico de Lisboa (CCAL) apoiou duas dezenas de investigadores em 2025, no âmbito do seu Fundo de Financiamento à Investigação, tendo atribuído um total de 50 mil euros para o desenvolvimento de atividades científicas.

A iniciativa contou com a participação de várias instituições do consórcio, entre as quais a Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa, e reflete o compromisso do CCAL com a promoção da investigação em saúde e com o reforço da colaboração entre o meio académico e as unidades prestadoras de cuidados.
Ao longo do último ano, foram lançados dez concursos de apoio à investigação, permitindo financiar diferentes etapas do processo científico. Os apoios atribuídos abrangeram três tipologias: publicações científicas, financiamento de pequena escala para projetos de investigação e suporte ao biobanco da NOVA Medical School.
Esta distribuição permitiu responder de forma abrangente às necessidades dos investigadores, desde a produção e disseminação de conhecimento até ao acesso a recursos essenciais para o desenvolvimento de estudos, contribuindo para uma maior robustez e continuidade dos projetos.
Além do financiamento, o CCAL avançou com a criação de um regulamento de reconhecimento mútuo dos pareceres das comissões de ética em saúde, uma medida que visa reforçar a articulação entre instituições e promover maior eficiência e transparência nos processos de investigação clínica.
O Centro Clínico Académico de Lisboa reúne instituições académicas e unidades de saúde com o objetivo de potenciar sinergias nas áreas da investigação, ensino e prestação de cuidados, promovendo uma abordagem integrada e sustentável.
Enquanto membro do consórcio, a Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa associa-se a este esforço coletivo, contribuindo para o desenvolvimento e disseminação de conhecimento científico relevante, com impacto direto na melhoria das práticas clínicas e de gestão.
Para 2026, o CCAL prevê dar continuidade a esta estratégia, reforçando o apoio à investigação e promovendo a partilha de boas práticas entre os seus membros, num modelo colaborativo orientado para a inovação em saúde.




